Explorando o tema energia estivemos falando, citando, os tipos mais conhecidos, mais comuns e que convivemos cada dia com eles; o petróleo, a tão falada usina de Pasadena nos Estados Unidos , a demanda tão alta do petróleo no mundo e no Brasil, nossa dependência atual desse tipo de energia, e a falta da exploração de novos caminhos para prever necessidades futuras.
É claro que lembramos da falta de incentivo para incrementação do uso da energia eólica, da energia solar fotovoltaica, energia obtida do lixo (por combustão ou por compostagem - biogás), biomassa (retirada de vegetais: etanol, biogás, biodiesel). Uma coisa que aprendemos explorar é o da energia gerada pelas usinas hidroelétricas ; modelo já esgotado com o déficit de rios caudalosos, ou até inexeqüíveis tendo em conta o derretimento da calota polar, com a existência de alagamentos em áreas que não existiam.
O que era um ponto pacífico era a falta de incentivo, a falta de uma política nacional, de conhecimento público, divulgado na época das propagandas políticas, da falta de divulgação de práticas que as empresas poderiam adotar e que os cidadãos poderiam abraçar e ajudar como formiguinhas no sonho nacional. Esclarecimento do povo em geral de como se faria a distribuição e recolecção da energia assim produzida.
Hoje com os tratados mundiais dos países desenvolvidos, do tratado de Kyoto, buscando a diminuição do uso de energia que gere emissão de gases do efeito estufa, como o petróleo, estejamos focando todos, ou quase todos nossos esforços, na exploração e uso dele.
Mas, dos nossos representantes não temos exigido dos mesmos um comprometimento formal quando da divulgação dos planos de governo. Uns somente falam do bem estar social, da necessidade de melhoria no atendimento nos hospitais, no transporte e mais uns poucos temas. Não que deixem de ser importantes, mas que na realidade são pontos dependentes de outros: como geração de energia para a indústria e para o usuário final também, mas o da indústria vem a facilitar a geração de empregos, a geração de produtos com maior valor agregado, tanto para consumo interno como para exportação.
Não temos exigido também um plano nacional de construção de estradas de rodagem, de estradas de ferro, de construção ou incentivo à construção de novos aeroportos, da diminuição da máquina administrativa do estado, a não contratação de novos funcionários públicos dando oportunidade a concessões de serviços privados.
Não temos exigido também um estudo minucioso do efeito estufa com concomitante alagamentos de áreas hoje habitadas por importante contigente nacional, principalmente as áreas litorâneas. Ou se pensa que só na Holanda e em Veneza na Itália é que acontecem alagamentos?
Não temos nos importado com o direcionamento das Universidades para os ensinos seculares; tudo na vida evolui, tudo se altera, todo conhecimento acaba sendo atualizado! Porque não exigimos de nossos governos, principalmente nesta época de pré-candidaturas, no surgimento destes nossos possíveis futuros candidatos, um posicionamento?
Porque não perguntamos como irão gerir o "caixa" do nosso povo? De onde serão tirados os recursos a que estes futuros governos a serem instalados neste país, para tornarem exeqüíveis seus planos?
Muito ouvimos de que precisamos renovar nossos mandantes; se cita em seus programas, os cabeças que irão ajudar os governos no desempenho de seus compromissos. Porque não falam de economistas, de teorias que irão aplicar, porque não se faz programas voltados para a administração financeira do estado e próximos à eleição, debates destes assuntos com estes representantes?
Porque não ouvimos falar de política internacional com a participação de representantes do Itamarati que irão participar do novo governo, para não sermos surpreendidos com guerra no Taiti, missões de paz, construção de pontes na Venezuela, participação em zonas de conflito no mundo, montantes de investimentos de indústrias nacionais estatais, resultados anuais favoráveis ou perdas anuais, divulgação dos gastos efetuados com nossa armada nestes conflitos e/ações internacionais?
O brasileiro não tem direito a tudo isso, ou deve se movimentar para ser informado?
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