domingo, 20 de abril de 2014

SERVIÇOS DEFICIENTES


É comum as pessoas trabalharem, produzirem algo pensando somente no “agora”, no dia de hoje, na sua necessidade premente. Muitas vezes temos “gás” , temos idéias, temos conhecimento suficiente, meios disponíveis, para nos dedicarmos em algo mais duradouro, mais perfeito que venha a ser útil para muita gente, inclusive para nós mesmos; no entanto, em função de já termos algo, suficiente para o dia-a-dia, deixamos a vida correr, a imperar a mediocridade, sem preocupar-nos com a melhoria geral que poderia perdurar, firmar nosso nome como bons prestadores de serviços, além de dar-nos a satisfação de termos nos “ultrapassado”.

Hoje, fui tomar um café na Beline na SCLS 113 , depois de algum tempo sem fazê-lo,  e voltei a deparar-me com as mesmas coisas de antes: falta de treinamento dos atendentes, que ficavam conversando em tom muito alto, sem dar a atenção devida aos clientes, e quando atendiam, demonstravam não conhecer os produtos que têm disponível, sem um maitre que orientasse a ação de trabalho, sem receber os clientes que se amontoavam na porta, ou até aqueles que se adentravam buscando um local para sentar-se.  Balcão de serviços (café, lanches, sucos, lavagem da louça usada,…) atendendo os clientes do próprio balcão como também atendendo as demandas das mesas do salão; não existência de caixa específico para mesas, resultando em demora nos pagamentos.  E, para coroar o mal serviço, a má condição do ambiente, o salão com teto muito baixo que ressoavam as conversas das mesas e, uma quantidade de moscas (“mosca da fruta”) e muriçocas que nos atacam e nos importunam. Poderia se utilizar velas de citronela nas mesas ou ligar o ar condicionado, fechando as portas e janelas.

Por outro lado, conta-nos a história, a experiência de pessoas que, apesar das vicissitudes, alcançam ápices dificilmente atingidos por outrem. Veja o que nos conta o livro “ilustraciones perfectas”da Editorial Unilit-2004, em suas paginas 132/133: BERÇO DA CRIATIVIDADE DE J.S. BACH.

Depois de varias mudanças e vários trabalhos importantes (o compositor clássico Johann Sebastian Bach), finalmente, em 1723, se estabeleceu em Leipzig, onde permaneceu o resto de sua vida. A estadia de Bach em Leipzig, como diretor musical e professor do coro da igreja e do colégio São Tomás, nem sempre foi feliz. Discutia constantemente com a Prefeitura da  cidade, e nem ela - a Prefeitura - nem o povo apreciavam o gênero musical de Bach. Diziam que era um velho “caduco”que se agarrava obstinadamente a formas obsoletas de música. Em consequência, pagavam-lhe um mísero salário, e quando morreu acabaram estafando a viuva em sua escassa herança.
Ironicamente, nesse ambiente Bach compôs sua música mais duradoura. Durante uma época compôs uma cantata a cada semana (hoje em dia é muito elogiado o compositor que produza uma cantata por ano), 202 das quais sobrevivem. A maioria conclui com um coro baseado em um hino luterano simples, e em todas as ocasiões a música está ligada a textos bíblicos. Entre estas obras estão “Cantata da Ascensão”e “Oratório de Natal”.
Bach também compôs em Leipsig sua “Missa em Sí Menor”, “Paixão segundo São João” e “Paixão segundo São Mateus”, todas para usar em cultos de adoração. A última peça se chamou algumas vezes de “o máximo êxito cultural de toda a civilização ocidental”, e inclusive o ateu radical Friedrich Nietzche (1884-1900) confessou depois de ouvi-la : “Aquele que esqueceu por completo do cristianismo ouve verdadeiramente aqui como um evangelho”.
Depois da morte de Bach, as pessoas pareciam felizes de “limparem-se” os ouvidos de sua música. Ele foi menos lembrado como compositor que como organista e tocador de cravo. Vendeu-se alguma coisa de sua música, e se informa que outra se usou para envolver lixo. Nos oitenta anos seguintes grande parte do público recusou sua música, ainda que alguns músicos (Mozart e Beethoven, por exemplo) a admiraram. Somente em 1829, quando o compositor alemão Felix Mendelssohn fez uma interpretação da “Paixão segundo São Marcos”, que uma audiência grande começou a aprecia-lo devidamente.

domingo, 13 de abril de 2014

HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEN -SP

Meus filhos são em numero de quatro e já são adultos, todos.  Nasceram em São Paulo, capital. Nossa maior alegria foi poder levá-los a nascer no Hospital Albert Einstein; por algumas razões isso se fazia agradável para nós, seus pais: porque era situado bem próximo do estadio do Morumbi - o play center dos são paulinos - ; por ser aquele Hospital com H maiusculo. Nesse hospital vivemos bons, muitos bons momentos; aquelas maximas de emoção que somente acontecem nessas oportunidades.  Por ser um hospital israelita, a orientação imperante é a israelita; dentre as coisas visíveis à nossa percepção, citamos a alimentação no seu restaurante. Serviam varios tipos de comida, mas, se houvesse em seu pedido,  algum derivado de leite, voce deveria assentar-se em  uma série de mesas, se tivesse em seu pedido algum derivado de carne, você deveria assentar-se em outra série de mesas. Em uma mesma mesa não era permitido que uma pessoa comesse carne e leite, ou seus derivados. Porque? Porque é um costume israelita!   Poder respeitar o costume milenar deles é tão importante para nós como respeitar os direitos das minorias étnicas, das crianças e tantos outros!  Hoje me encontrei lembrando disso, por causa de algo que vivi. Eu e minha esposa saimos a comer no Restaurante Côco Bambu. Comida excepcional! Lugar agradabilissimo! Boa música ao vivo, iluminação ímpar! Nossa surpresa , mais uma vez, foi com o "timing" do serviço. Fui acompanhado, comi desacompanhado. Em outra ocasião aconteceu algo parecido e acabamos  nos descuidando e cometemos o mesmo deslize. Eu e minha senhora devemos não nos equivocar em pedir algo muito distinto um do outro. Se assim fizermos, os pedidos serão anotados, as comandas para a feitura dos pratos serão emitidas, mas não será possivel que comamos juntos! Poderemos comer na mesma mesa, mas não na mesma hora. Lá eles tem 2 cozinhas!!! Uma que faz tudo, exceto pizzas e outra que faz só pizzas! Elas não se "conversam"! Não existe nenhum elo de comunicação entre as duas! Nem informaticamente.... Não se equivoque: crepe não é pizza!   Pastel também não é! Como o restaurante é muito bom, minha tendencia ao referir-me à ele é dizer " o meu restaurante" ou dizer "o meu shopping" quando me refiro ao "Park Shopping"; é obvio que nenhum deles é meu!  É de "meu gosto", motivo de "minha satisfação" , desejo sempre voltar ali.  Este restaurante "é meu",  não é milenar, não é israelita, mas leva o carimbo de ser da melhor estirpe nordestina, é ótimo, mas carece de mais uma estrelinha para ser um  "CINCO ESTRELAS", porisso queremos dar-lhe uma mãozinha: vamos botar-lhe de castigo para que aprenda o que já lhe foi ensinado a tempos. Caramba! Sirva a mesa toda com comida quentinha e TUDO AO MESMO TEMPO!

segunda-feira, 7 de abril de 2014

A QUEM DEVEMOS RESPEITAR?

Falemos de nossa cidade, apesar disso abranger muito mais! Circulando por Brasília, vemos em vários pontos, um montão de recomendações: DÊ PREFERENCIA AO PEDESTRE, outra: RESPEITE O MOTOCICLISTA, outra: RESPEITE QUEM ESTÁ DE BICICLETA, outra: CUIDE DE NOSSO IDOSO, outra: CUIDADO! TRAVESSIA DE CEGOS! ; se expandirmos nossos olhares, com certeza, esta lista não terminará! O quanto devemos respeitar tantas recomendações? 100% ? 50%? Nenhuma vez? Depende de qual recomendação? Sim! É verdade! Somos mesmo, homens de corações muito duros! Não nos sensibilizamos com a causa de ninguém! Se não houver um interesse pessoal imediato, não nos afeta em nada essas recomendações! Tenho pressa e um carro muito possante e devo andar rápido para cumprir com todos meus compromissos! Essa cidade e os seus menos agraciados que se mudem! Enquanto não tivermos um avozinho com dificuldades para atravessar a faixa de pedestres, um filhinho que durante o dia esteja numa área comum de algum prédio, enquanto não tivermos um jovem que se locupleta com um passeio de bicicleta, ou ainda um filhão que se locomove com uma moto para cima e para baixo, estamos fadados a nem pensar nesses assuntos! É verdade que o respeito é uma mão dupla: O pedestre que atravessa uma faixa de pedestres, deve se beneficiar com o respeito dos condutores de veículos, mas deve também, tomar um mínimo de cuidado: PARE no início da faixa, AVISE DANDO UM BRAÇO que abana a mão, dando sinal de vida racional que quer atravessar a faixa, ESPERE o trânsito nos dois sentidos parar dando passagem à você, utilize da agilidade que te é disponível para atravessar. Faixa de pedestre é para pedestre! Se estiver em bicicleta e quiser atravessar, desça e atravesse empurrando-a, se estiver ao celular, peça um momento ao seu interlocutor e atravesse com todos seus sentidos alertas e faça-o rapidamente. Afinal, estamos falando de VIDAS, da sua e a de outros! Igualmente, todos os demais devem utilizar de respeito para com o trânsito: MOTOCICLISTA/CONDUTOR DE BICICLETA/etc., respeitem o trânsito, observando espaçamento mínimo (ao menos) recomendável, entre todos os veículos envolvidos no seu trafegar. Não assuste outros condutores passando pela direita (proibido segundo legislação em vigor); não passe com velocidade pelos corredores de carros no trânsito, sejam prudentes! CEGO e IDOSO, vocês também terão que observar a sinalização de trafego, quando existentes; se não existentes, busquem ajuda de outros para fazer um cruzamento de via. RESPEITO É BOM, E EU GOSTO!

domingo, 6 de abril de 2014

DIAS APOCALIPTICOS

SOYLENT GREEN , no Brasil, NO MUNDO DE 2.020, foi lançado no Brasil em 1973, filme dirigido por Richard Fleischer e estrelado por Charlton Heston – como ator principal . Na Austrália, em 1979, dirigido por George Miller e estrelado por Mel Gibson, o filme MAD MAX. Na América do Norte foi lançado somente em 1980. Em 2007, foi lançado nos Estados Unidos o filme EU SOU A LENDA, estrelado por Wil Smith. Em janeiro de 2010, foi lançado nos cinemas O LIVRO DE ELI, estrelado por Denzel Washington. Estes, entre muitos outros filmes foram lançados contando histórias diversas, mas, todas elas passadas em um mundo APOCALIPTICO; desordem imperando, sol que não se vê, desrespeito a tudo e a todos, escassez absoluta de alimentos, coisas – hoje tratadas como simples – sendo tratadas como raridade... Atividades hoje delegadas ao governo para serem desempenhadas, naqueles tempos sendo feitas por alguns indivíduos que a tomaram para si. Exacerbamos os males hoje existentes, buscando justiça, buscando manter até o último fio de esperança, nossos direitos/direitos da comunidade; queremos evitar que, até o final dos tempos descrito por João no Apocalipse, aquelas catástrofes se adiantem. Esperamos que se viva bem, em paz, com respeito, que possamos ter alegria, que possamos sorrir e disfrutar de alguns direitos que adquirimos ao longo da vida. Esse é o nosso sonho! Mas a cada dia vemos alguém destruindo-o: casos e casos de corrupção, casos e casos de filhos que matam pais, de pais que matam filhos, de roubos, de sequestros, e de desordem da lei! Mas isso sempre houve, e desde o início do mundo! – Dirão alguns. Sim! Isso é verdade! Mas perguntamos, depois de tanta evolução no mundo, nossas instituições não cresceram, não aumentaram, para inibir tais coisas? Por que somos tão impassíveis? Ainda agora, passando pelo eixinho, vimos trabalhadores limpando as placas de sinalização de pichações feitas que impediam sua visualização. Andemos por Brasília toda, e veremos esse tipo de manifestação! Sujam os bens de proprietários privados/públicos, denigrem a imagem de uma cidade limpa, moderna, mostram a incapacidade/ineficácia de polícia de nosso governo, mostram o quanto temos de delinquentes na rua. Vivemos dias apocalípticos!